A guerra e os exércitos do futuro

Com a devida vénia ao Luís Barroso, deixo-vos aqui um artigo muito interessante (e bem-humorado!) de David Betz no Kings of War. Centra-se no debate feroz que tem decorrido nos últimos anos sobre a preponderância da contra-insurreição (COIN) nos conflitos do futuro, mas tem um bocadinho para todos. Gostei especialmente da forma desempoeirada como Betz avaliou os presumíveis inimigos norte-americanos numa guerra convencional e, já agora, das suas analogias musicais e cinematográficas.

A sua conclusão parece-me muito válida e clara, e corta a direito pelo emaranhado doutrinário e umbiguista que tem tornado o debate COIN vs. Grandes Guerras Intensas (designação inventada por mim, claro está) num bocejo.

Aqui fica:

Callwell descreveu as guerras pequenas como “arrastadas, ingratas e invertebradas”. Na nossa era menos elegante e mais económica, diríamos que elas são uma porcaria. E depois? Se os soldados protestam e dizem que este tipo de guerra não é ao seu gosto, e se os contribuintes dizem que ela dá pouco para o que custa, têm de entender que esta é a única guerra que são capazes de ter e que mais vale perder as ilusões que tenham sobre ela.

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