O estranho caso do avião turco II

Uma carta enviada à ONU pela Missão Permanente da Turquia nas Nações Unidas dá novas informações sobre o derrube do RF-4 Phantom turco que abordei no post anterior. O governo de Ancara diz agora que o aparelho voava sozinho, e não em parelha, o que torna mais credível a teoria da entrada acidental no espaço aéreo sírio. O problema é que outros dados fornecidos pelos turcos indicam que o aparelho foi seguido de perto pelo seu próprio controlo aéreo, que terá mesmo advertido a tripulação, via rádio, da violação que tinha cometido – DEPOIS DO FACTO.

Ora, como diz o The Aviationist, é muito suspeito que um avião de combate a voar sob controlo de rádio e radar “viole um espaço aéreo estrangeiro sem ser avisado pelo seu serviço de controlo de tráfego aéreo bem antes de a violação ocorrer”.

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